Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas
  • Publicado em 24/04/2024 às 16:10


  • Discurso do Rei do Bailundo no CFH – UFSC (31/out/2023)

    Publicado em 03/06/2024 às 14:53


  • A memória afro-diaspórica como metodologia de pesquisa em uma comunidade quilombola de Joinville – SC

    Publicado em 27/05/2024 às 21:42

    Como parte dos eventos em comemoração ao Maio África 2024 na UFSCo Instituto Kadila promove o Seminário Kádila Afrodiásporas: A memória afro-diaspórica como metodologia de pesquisa em uma comunidade quilombola de Joinville – SCcom a professora Roselete Fagundes de Aviz (Instituto Kadila/NUER/UFSC) que estará dialogando com a convidada Vanessa da Rosa (Rede Municipal de Ensino de Joinville – SC):

    Quando? Dia 05/06 (quarta-feira), as 19h

    Onde? No canal do YouTube do Instituto Kadila, acesse aqui: LIVE: A memória afro-diaspórica como metodologia de pesquisa em uma comunidade quilombola de Joinville

    Aguardamos a participação de todes para o debate.

  • Maio África 2024: O Maracatu enquanto prática Afro-diaspórica de pertencimento no Sul do Brasil

    Publicado em 22/05/2024 às 15:03

    Como parte dos eventos em comemoração ao Maio África 2024 na UFSCo Instituto Kadila promove o Seminário Kádila Afrodiásporas: O Maracatu enquanto  prática Afro-diaspórica  de pertencimento no Sul do Brasil, com a convidada Alexandra Eliza Vieira Alencar (NUER/ Instituto Kadila/ UFSC) e com  Charles Raimundo da Silva (Maracatu Arrasta Ilha/ Secretaria da Educação de São José).

    Quando? Dia 23/05 (quinta-feira), 19h!

    Onde? No canal do YouTube do Instituto Kadila, acesse aqui: LIVE: O Maracatu enquanto prática Afro-diaspórica de pertencimento no Sul do Brasil

    Sobe o Maio África: o dia 25 de Maio foi instituído é comemorado no mundo como dia da Liberdade Africana, onde no dia 15 de abril de 1958, líderes africanos e ativistas políticos se encontraram em Acra, Gana, na primeira conferência dos estados Africanos independentes. Os países participantes foram Egito, Etiópia, Gana, Líbia, Libéria, Marrocos, Sudão, Tunísia e Camarões. Nesta conferência, os representantes dos governos destes países decidiram instituir o Dia da Liberdade Africana, para simbolizar a determinação que o povo africano tem para se libertar da dominação e exploração estrangeiras. No dia 25 de maio de 1963, em Adis Abeba, Etiópia, houve mais um encontro onde trinta e dois líderes ou chefes de Estado de países africanos independentes estiveram presentes. Neste dia, foi formada a Organização da Unidade Africana (OUA), o Dia da Liberdade Africana foi mudado de 15 de abril para 25 de maio e foi renomeado como Dia da Libertação Africana. Hoje, esta data é celebrada pelos africanos no mundo inteiro. Em Julho de 2002, a OUA foi substituída pela União Africana (UA).

    Neste ano de 2024 o Instituto Kadila está preparando vários eventos. Dentre eles, a Oficina de Leitura e o Seminário Kadila Afrodiásporas, com uma programação intensa de debates envolvendo os estudos africanos e das diásporas.

    Nos siga no instagram (@institutokadila) e acesse nossa plataforma no Youtube (YOUTUBE INSTITUTO KADILA) para acompanhar os eventos que serão de forma online, bem como outras produções do Instituto.

    Aguardamos a participação de todes para esse encontro.


  • Entrevista com o Rei do Bailundo ao Instituto Kadila

    Publicado em 20/05/2024 às 15:17

    Entrevista com o Rei Tchongolola Tchongonga Ekuikui VI com as professoras Ilka Boventura Leite e Cristine Gorski Severo no dia 31 de outubro de 2023, no Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).


  • Maio África 2024 – Seminário Kadila Afrodiásporas: Estudos da Linguagem e Diálogos Brasil-Moçambique

    Publicado em 14/05/2024 às 14:26

    Como parte dos eventos em comemoração ao Maio África 2024 na UFSCo Instituto Kadila promove o Seminário Kádila Afrodiásporas: Estudos da Linguagem e Diálogos Brasil-Moçambique, com a convidada Ezra Alberto Chambal Nhampoca (Universidade Eduardo Mondlane – Moçambique) que estará dialogando com a professora Cristine Gorski Severo (Instituto Kadila/ UFSC):

    Quando? Dia 15/05 (quarta-feira), as 9h

    Onde? No canal do YouTube do Instituto Kadila, acesse aqui: LIVE: Estudos da Linguagem e Diálogos Brasil-Moçambique

    Aguardamos a participação de todes para o debate.

  • LIVE: Feminismos Africanos

    Publicado em 09/05/2024 às 12:22


  • Maio África 2024 – Seminário Kadila Afrodiásporas: Feminismos Africanos

    Publicado em 07/05/2024 às 22:46

    O Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas, vinculado ao PPGICH e sediado no CFH/ UFSC, comemora desde sua fundação em 2022 o Maio África 2024.

    Como parte dos eventos em comemoração ao Maio África na UFSCo Instituto Kadila promove o Seminário Kádila Afrodiásporas: Feminismos Africanos, com a convidada Catarina Martins (Universidade de Coimbra – Portugal) e com participação das debatedoras Vera Gasparetto (IEG / UFSC) e Simone Schmidt (Instituto Kadila / UFSC).

    Quando? Dia 08/05 (quarta-feira)
    Onde? No canal do YouTube do Instituto Kadila, acesse aqui: LIVE Feminismos Africanos
    Aguardamos a participação de todes para o debate.

     

     

     


  • Maio África 2024

    Publicado em 07/05/2024 às 22:20

    O Instituto Kadila de Estudos Africanos e das Diásporas, vinculado ao PPGICH e sediado no CFH/ UFSC, comemora desde sua fundação em 2022 o Maio África.

    O dia 25 de Maio foi instituído é comemorado no mundo como dia da Liberdade Africana, onde no dia 15 de abril de 1958, líderes africanos e ativistas políticos se encontraram em Acra, Gana, na primeira conferência dos estados Africanos independentes. Os países participantes foram Egito, Etiópia, Gana, Líbia, Libéria, Marrocos, Sudão, Tunísia e Camarões. Nesta conferência, os representantes dos governos destes países decidiram instituir o Dia da Liberdade Africana, para simbolizar a determinação que o povo africano tem para se libertar da dominação e exploração estrangeiras. No dia 25 de maio de 1963, em Adis Abeba, Etiópia, houve mais um encontro onde trinta e dois líderes ou chefes de Estado de países africanos independentes estiveram presentes. Neste dia, foi formada a Organização da Unidade Africana (OUA), o Dia da Liberdade Africana foi mudado de 15 de abril para 25 de maio e foi renomeado como Dia da Libertação Africana. Hoje, esta data é celebrada pelos africanos no mundo inteiro. Em Julho de 2002, a OUA foi substituída pela União Africana (UA).

    Neste ano de 2024 o Instituto Kadila está preparando vários eventos. Dentre eles, a Oficina de Leitura e o Seminário Kadila Afrodiásporas, com uma programação intensa de debates envolvendo os estudos africanos e das diásporas.

    Nos siga no instagram (@institutokadila) e acesse nossa plataforma no Youtube (YOUTUBE INSTITUTO KADILA) para acompanhar os eventos que serão de forma online, bem como outras produções do Instituto.


  • Instituto Kadila convida para Oficina de Leitura 2024

    Publicado em 24/04/2024 às 16:16

    O Instituto Kadila convida para participarem da Oficina de Leitura II – 2024: Escritas de Mulheres nas Rotas do Atlântico Negro, ministrada pela profa Draª Simone Pereira Schmidt (UFSC)

    Quando? Do dia 02 de maio até 19 de setembro de 2024, sendo encontros quinzenais, às quintas-feiras, das 15 às 17h

    Onde? No NUER / CFH (Subir as escadas do bloco central do CFH (bloco A) onde fica a guarita dos seguranças, o café e o Hall) até o último andar. À esquerda estará a sala do Instituto Kadila, ao lado está o NUER)

    A proposta de Oficina de Leitura do Instituto Kadila para 2024 intitula-se Escritas de mulheres nas rotas do Atlântico Negro.

    Expressão criada pelo conhecido sociólogo britânico Paul Gilroy, o Atlântico Negro representa as rotas traçadas a partir do tráfico de pessoas escravizadas, em percursos que resultaram em trocas humanas, simbólicas e culturais que transcendem em muito  a experiência histórica da escravidão. Ao analisar as rotas transnacionais e interculturais realizadas na modernidade a partir da diáspora dos povos africanos, Paul Gilroy criou a poderosa metáfora do Atlântico Negro: tomando a figura do navio como um dos primeiros cronotopos de modernização, encontramos, no centro de sua reflexão, o motivo da viagem e seus desdobramentos históricos. O Atlântico Negro seria, assim, o espaço imaginário de uma outra viagem, protagonizada não pelos colonizadores em suas rotas de expansão e conquista, mas uma forma de repensar a cultura viajante, a partir da experiência e das trocas culturais protagonizadas pelos subalternos.

    Tomando como referência este espaço híbrido e transcultural do mar cruzado em vários sentidos, a partir das rotas da escravidão, o autor percorre seus diferentes significados, desde sua função como unidade cultural e política, elemento móvel que, ao se deslocar, ligava os espaços fixos que através dele se conectavam, até a evocação do tráfico de escravos e sua relação com os projetos de modernização. O Atlântico, nesse sentido, pode ser lido como  espaço híbrido e transcultural, cruzado em vários sentidos, através dos quais se ligaram África, Europa e Américas.

    No intuito de conhecer mais profundamente as vozes das mulheres que, desde muito cedo, fizeram ecoar, nos desdobramentos espaço-temporais do Atlântico Negro, as suas experiências, as dores e alegrias do seu percurso, queremos propor a leitura de escritoras africanas, afro-brasileiras, caribenhas e afro-estadunidenses, para ouvir e compreender o que disseram, seu testemunho histórico e sua criação literária.