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2023

Maio África de 2023

  • Oficina de Pandorgas:

Durante sua história, a pipa ou pandorga teve diversas aplicações, sendo um agradável passatempo.  Foi protagonista de episódios bélicos e religiosos; foi utilizada em experiências científicas; e entre outras e até inspirou a aviação. Como parte dessas ricas experiências, O Instituto Kadila, em parceria com a SECARTE e a SINTER, realizou a oficina de Pandorgas para comemorar o Maio África na UFSC.

Tivemos presença de Alejandro Araújo Santos e sua vivência na tradição latino-americana, a Escuela Argentina Del Barrilete, que vem reunindo “A ARTE, O JOGO e A PIPA”, para oferecer outra forma de estimular e desenvolver as aptidões, interações e novos conhecimentos às pessoas. Parte de um programa global, o trabalho dessa Escola busca assistir a necessidades educativas e de recreação em todos os setores sociais, os atores principais e o público.   Estas atividades, criam um elo de confraternização entre os diferentes setores da sociedade e de instituições, no caso aqui apresentado entre alunos, professores, funcionários, administradores e o público em geral. Estas atividades visam criar uma possibilidade inigualável de confraternização, razão pela qual foi escolhida para reunir e integrar a comunidade acadêmica e estudantes de África na UFSC.

Durante a Oficina, os/as participantes foram convidados/as a confeccionar e a pintar as pipas/pandorgas e no dia seguinte aconteceu a Solta no espaço central do Campus, em frente à Reitoria.

  • Solta das pandorgas:

Sendo um objeto lúdico que nos lembra a infância, que tinge o céu com cores dançantes ao vento, interligando pessoas linhas e formas que bordam o céu, brincando nas nuvens e desenhando trajetos e imagens, dando voltas em nossa imaginação, as pandorgas vem aqui nos mostrar as cores e formas criadas pelos participantes para homenagear a África.

  • Exposição Pandorgas pela África:

A exposição “Pandorgas pela África” procurou, através de um movimento lúdico, ativar as memórias e identidades africanas mostrando de onde vieram os estudantes africanos/as, quais os seus países, quanto e quais os cursos que realizavam naquele ano na UFSC, na graduação e pós-gradução. A exposição procurou também listar as produções científicas (dissertações e teses) que foram produzidas na UFSC sobre o continente africano nos diversos campos de conhecimento e com enfatizar a importância da presença africana e da produção sobre a África nesta universidade.

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